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Chuva forte até sexta-feira. Em especial nas regiões do Sul

Escrito por em Dezembro 7, 2022

A partir de hoje, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê a ocorrência de precipitação na região sul do continente, que será por vezes forte e que poderá ser acompanhada de trovoada e rajadas.

Ao longo do dia, a chuva vai estender-se gradualmente às restantes regiões do território continental, de sul para norte, mantendo-se na quinta-feira sob a forma de aguaceiros fortes, que diminuirão de intensidade e frequência a partir da tarde de sexta-feira.

O IPMA avisa ainda que os valores acumulados de precipitação total entre hoje e sexta-feira serão significativos e “poderão atingir localmente entre 60 e 120 mm”, em especial na região Sul.

Espera-se igualmente, a partir de hoje, uma intensificação do vento do quadrante sul, que soprará por vezes forte na faixa costeira, com rajadas até 70 km/h, e nas terras altas, em especial do Centro e Sul, com rajadas até 80 km/h.

Por causa desta situação, o IPMA emitiu aviso laranja (o segundo mais grave), a partir da tarde de hoje, para os distritos de Faro, Setúbal e Beja, por causa da chuva.

Igualmente por causa da chuva o IPMA colocou, também a partir da tarde de hoje, outros cinco distritos (Portalegre, Lisboa, Santarém, Évora, Leiria) sob aviso amarelo (o terceiro mais elevado), estendendo-o a partir das 00:00 de quinta-feira ao Norte e Centro do país, abrangendo os distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Castelo Branco, Guarda, Vila Real, Porto, Viseu e Bragança.

Em comunicado, além de alertar para a previsão de chuva, por vezes forte, mais intensa e frequente na região sul, durante os dias de hoje e quinta-feira, a ANEPC avisou que existem condições favoráveis à conjugação “severa com trovoada e fenómenos extremos nas regiões centro e sul”.

Face às previsões, a ANEPC admite a ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais devido à obstrução dos sistemas de escoamento, assim como cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras.

A Proteção Civil avisa ainda para a eventual instabilidade de vertentes, conduzindo a deslizamentos e derrocadas motivadas pela infiltração da água, “potenciados pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo” e para o arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos ou desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por causa do vento forte, que podem causar acidentes.