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Professores do Agrupamento de Escolas de Moura aderem à greve de hoje

Escrito por em Novembro 2, 2022

A Federação Nacional da Educação (FNE), assinala a greve de hoje, dia 2 de novembro, com várias iniciativas. Este momento de protesto, demonstra o descontentamento contra o Orçamento do Estado 2023 (OE2023), que de acordo com a FNE, mais uma vez ignora a realidade, “prosseguindo uma política de falta de investimento e de valorização profissional, sem soluções para os principais problemas que afectam o sistema educativo e os seus profissionais”.

Para este dia, os Sindicatos de Docentes da FNE estão a preparar iniciativas no âmbito de cada região, utilizando várias modalidades envolvendo a presença dos respectivos dirigentes e activistas, no caso do Alentejo, com o Sindicato Democrático dos Professores do Sul (SDPSUL).

No Agrupamento de Escolas de Moura participaram na greve de hoje 22 docentes, numa adesão “mediana”, desde “o pré-escolar ao ensino secundário”, clarificou à Planície o director do agrupamento, Rui Oliveira.

A ausência de alguns professores, “criou constrangimentos no pré-escolar e no 1ºciclo, porque houve três turmas sem aulas. Nos restantes ciclos, houve alunos que não tiveram aulas a uma ou a outra disciplina, mas o resto do funcionamento da escola, está normal”, afirmou o docente.   

Em Évora, as acções podem ser acompanhadas na AE Manuel Ferreira Patrício, às 9h30 e em Beja, na Escola Secundária Diogo de Gouveia, às 11h30.

Às 12h00, o Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, faz uma declaração em vídeo, que pode ser acompanhada no site e redes sociais da federação, com o balanço dos números das primeiras horas de greve, nas escolas de todo o país.

Os docentes querem fazer chegar ao Governo “o profundo descontentamento pela situação laboral e pelo impasse da tutela em outras matérias, cuja resolução tem sido adiada ao longo dos últimos tempos”.

Entre elas, estão a necessidade de um combate ao acelerado envelhecimento da profissão de docente, a precariedade e instabilidade que atinge os professores, a recuperação do tempo congelado, a substituição do actual modelo de avaliação de desempenho ou a definição de um novo regime específico da mobilidade por doença.

Notícia em actualização.