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António Costa em Alqueva quer compensar Moura e Portel com as receitas da fotovoltaica

Escrito por em Julho 15, 2022

O Primeiro-Ministro, António Costa, presidiu hoje ao descerrar da placa de inauguração da maior Central Solar Flutuante de Alqueva, no Alentejo, numa albufeira de barragem na Europa com um investimento estatal em parceria com a EDP.

A cerimónia contou com a presença do ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, do presidente executivo da EDP, Miguel Stilwell d’Andrade e dos autarcas de Moura, Álvaro Azedo e Portel, José Manuel Grilo.

A palavra de ordem para António Costa, foi acima de tudo, “acelerar a transição energética” e a “aposta estratégica do País (nas renováveis), que tem de persistir”. Costa frisou que é preciso investir e avançar mais nos sectores “solar, eólico e rentabilizar o hídrico”, com o objectivo de até 2026, passar para “80% no conjunto de electricidade que todos consumimos”.

Os 12 mil painéis fotovoltaicos, com uma capacidade de produção anual de 7GWh, a promessa é que este parte solar flutuante venha a abastecer o equivalente a 25% dos consumidores de Portel e Moura.

No seu discurso, o Primeiro-Ministro abordou o contributo da localização da Central Solar Flutuante para os dois conselhos de Portel e Moura, havendo intenção da parte do Governo de os compensar através do Fundo Ambiental.

 

O parque solar, conta também com um sistema de armazenamento com baterias e vai ser integrado na central hídrica do Alqueva, sendo um dos maiores sistemas de armazenamento de energia do País.