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“Mais médicos de saúde pública” para o distrito de Beja

Escrito por em Maio 18, 2022

O deputado do PS, Nelson Brito, eleito pelo círculo de Beja, dirigiu à ministra da Saúde, Marta Temido, um requerimento sobre a situação da saúde no Baixo Alentejo.

Na carta, o deputado mostrou preocupação com as incertezas que se vivem na região no aspecto da saúde: “Vivemos num tempo complexo em que o Mundo, Portugal e o Baixo Alentejo, procuram responder, num contexto de grande incerteza, a um conjunto de desafios globais que colocam grande pressão sobre as sociedades e, em particular, sobre as políticas públicas”.

O investimento público, na opinião de Nelson Brito deve ser colocado para uma “mudança de paradigma”, para contribuir “para uma região melhor para se viver e em que, finalmente, se concretize a adiada coesão económica, social e territorial do Baixo Alentejo”.

Assim, “é urgente dotar a região de melhores condições de saúde, visto que se trata de um direito fundamental e requisito crítico para a fixação e atração de nova população, evidência que ficou ainda mais explicitada após dois anos de resposta do Serviço Nacional de Saúde à situação pandémica, em todo o território nacional”.

Como prioridade, o deputado apontou “avançar com a construção imediata da segunda fase do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, revisitando o projeto e garantindo instrumento de financiamento no âmbito do Orçamento do Estado e dos instrumentos financeiros comunitários, para a sua implementação”.

Deverá ainda haver da parte do Ministério da Saúde, “um esforço de atração para o Baixo Alentejo de mais médicos de saúde pública, especialistas no âmbito dos cuidados de saúde primários de medicina geral ou familiar e ainda especialistas na área hospitalar, promovendo modelos de atração criativos e inovadores, de forma a conseguir fixar estes clínicos (por exemplo, uma versão atualizada do modelo de “médicos à província”)”.

O deputado adiantou ainda a necessidade de um protocolo entre o Município de Beja e a Administração Regional de Saúde para cedência de terreno, o investimento em cuidados paliativos, em saúde mental e aumentar a rede de cuidados continuados.