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Presidente da APPACDM de Moura diz que é urgente o alívio de restrições

Escrito por em Outubro 21, 2021

Covid-19 – Alívio das restrições nas instituições que apoiam pessoas com deficiências mentais. Diamantina Escoval, presidente da APPACDM de Moura, disse à Planície estar preocupada com saúde mental de utentes e funcionários.

Diamantina Escoval, presidente da APPACDM de Moura (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) partilha a mesma opinião de Helena Albuquerque, presidente da Humanitas (Federação Portuguesa para a Deficiência Mental), no que diz respeito ao alívio das restrições à Covid-19 nas instituições que apoiam pessoas com deficiências mentais.

À Planície, a presidente da APPACDM manifestou a sua “indignação” pelo facto de “não ter sido autorizada a reabertura para que os nossos utentes do lar possam usufruir dos serviços de CAO (Centro de Actividades Ocupacionais) e outras actividades. Não se compreende, já que o país está aos poucos a voltar à normalidade e as escolas com a sua actividade sem restrições e as nossas instituições com os utentes habituados a uma rotina de convivência social e com os seus pares, continuem confinados e fechados ao exterior”.

Este isolamento está a ter sérias consequências para os utentes, como referiu Diamantina Escoval: “Reflecte-se a cada dia que passa na saúde mental (dos utentes), cada vez mais fragilizada. Já vai sendo tempo do Governo autorizar a reabertura destes utentes ao mundo”. E reforçou a sua preocupação também em relação aos funcionários da APPACDM: “A saúde dos nossos funcionários está a ser posta em risco em virtude de terem que lidar com esta situação anómala todos os dias. A nossa indignação e apelo urgente, é para que as instituições possam ser capacitadas do poder de decisão quanto à reabertura dos seus serviços, cumprindo as normas de segurança e protecção”.