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Covid-19 – Região do Alentejo é exceção, mas pandemia segue com intensidade reduzida

Escrito por em Outubro 8, 2021

Acaba de ser divulgado o relatório da DGS e do INSA sobre a Monitorização das Linhas Vermelhas e que dá conta de que a região do Alentejo é a única que contraria a tendência de um índice de transmissibilidade abaixo de 1.

A região do Alentejo é a única que contraria a tendência de um índice de transmissibilidade abaixo de 1, revela esta sexta-feira o relatório de monitorização das linhas vermelhas para o novo coronavírus realizado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Nessa região, o Rt é, atualmente, de 1,05 e apresenta uma “tendência crescente”.

Na maioria das restantes regiões, o valor médio do Rt aumentou desde o último relatório: no Centro passou de 0,84 para 0,98; em Lisboa e Vale do Tejo aumentou de 0,88 para 0,89 e no Alentejo passou de 0,99 para 1,05. O Algarve, no entanto, diminuiu o valor do Rt de 0,87 para 0,83 e o Norte manteve o valor de 0,9.

“Estes resultados sugerem uma estabilização da incidência na maioria das regiões”, lê-se no documento.

“A análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade reduzida, com tendência decrescente a nível nacional, assim como uma reduzida pressão nos serviços de saúde e impacto na mortalidade com tendência decrescente”, sugere o relatório.

De acordo com os dados, o número de novos casos de infeção por por 100.000 habitantes acumulado nos últimos 14 dias, foi de 83 casos, “com tendência decrescente a nível nacional”, um valor que desce para 69 se tivermos em conta apenas o grupo etário com idade igual ou superior a 65 anos.

A DGS e o INSA afirmam mesmo que “nenhuma região apresentou uma incidência superior ao limiar de 240 casos em 14 dias por 100.000 habitantes”.

Quanto ao número de camas ocupadas em unidades de cuidados intensivos, registaram-se 57 doentes internados no passado dia 6, o que corresponde a 22% (na semana anterior foi de 27%). Este indicador revela, portanto, uma “tendência decrescente”.

Na última semana, a variante Delta, originalmente associada à Índia, voltou a ser a variante predominante em todas as regiões.

Fonte: MN