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Covid-19 – Governo vai testar imunidade em lares de idosos no Alentejo

Escrito por em Agosto 8, 2021

Estudo serológico vai ser conduzido ainda este mês e a participação será voluntária, indica o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Com o objetivo de aumentar o conhecimento científico sobre os efeitos da vacina na população dos lares de idosos o Governo vai avançar, já em agosto, com um estudo serológico a uma amostra de 5 mil funcionários e utentes, anunciou este sábado o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSS). A participação será voluntária.

O estudo, que será conduzido pelo Algarve Biomedical Center (ABC) e pela Fundação Champalimaud, vai “avaliar a imunidade dos idosos mais vulneráveis que já receberam a vacina, comparando-a com a dos funcionários vacinados na mesma altura”, indica o comunicado. Os resultados serão apresentados publicamente em setembro.

O estudo será conduzido nas regiões do Algarve e Alentejo. “O ABC vai contactar todas as instituições destas regiões, solicitando a participação dos utentes e dos profissionais, até se atingir a meta de 5 mil participantes. Os testes não vão acarretar quaisquer custos para as instituições. Os resultados do estudo serão partilhados com as autoridades de saúde e poderão contribuir para decisões futuras sobre esta matéria”, acrescenta.

O MTSS indica ainda que foram já vacinados 99% dos idosos nos lares e 97% dos funcionários, “um esforço que continuará até se garantir a cobertura integral de vacinação nesta população”.

Segundo o Ministério, que cita dados da Task Force, falta ainda vacinar cerca de mil utentes de lares, a esmagadora maioria dos quais (cerca de 90%) por terem estado infetados com Covid-19, estando a aguardar o final dos 90 dias para poderem tomar a vacina.

No caso dos funcionários, falta ainda vacinar cerca de 2.100 pessoas, cerca de 70% dos quais por se encontrarem a recuperar de infeção por Covid. Os restantes não tomaram ainda a vacina por serem novas contratações ou por terem razões de saúde que desaconselham a vacina.

Fonte: ECO